Apesar do pouco público, Campello não se arrepende de final no Engenhão


A incapacidade dos dirigentes do futebol do Rio de se organizarem em prol do Campeonato Estadual cobrou um preço, alto para o filme já queimado da competição. Em meio a disputas políticas entre as diretorias, a primeira partida entre Vasco e Flamengo, no Nilton Santos, teve exatos 9.976 pagantes.

Foi um recado que o torcedor passou, de que não compra todas brigas de seus dirigentes. A perda financeira também foi grande. De cerca de R$ 170 mil para cada clube. A do Flamengo ainda um pouco maior por causa do pagamento do exame antidoping.

O Vasco foi o maior perdedor com o público pequeno. Ao se colocar contra a gestão do Maracanã por parte de Flamengo e Fluminense, ele se recusou a jogar no estádio e, como mandante, transferiu a partida para o Nilton Santos. O problema é que, por mais que tenha convocado a torcida, ela não abraçou a ideia de ter a casa do Botafogo como a sua para partidas de grande público. Ao menos o presidente Alexandre Campello gostou.

– Eu não me arrependo de ter transferido o jogo para cá. Historicamente o torcedor espera para ir ao segundo jogo, que realmente decide a competição. Teremos um prejuízo aqui menor do que teríamos no Maracanã – afirmou.

Pelo menos não houve maiores problemas entre as torcidas rivais. Apesar do alarde durante a semana, a mudança do setor onde os rubro-negros geralmente ficam no Nilton Santos não causou violência. O forte contingente da Polícia Militar e da Guarda Municipal no lado de fora ajudou e a ausência de torcidas organizadas do Vasco, também.

– O planejamento de segurança funcionou perfeitamente. A troca de lado trouxe mais atenção e trabalho – disse o comandante do Batalhão Especial de Policiamento em Estádios, o Bepe, coronel Silvio Luiz.

Fonte: Extra Online

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