Maxi López mantém frieza e técnica nas cobranças de pênalti e segue com 100% de aproveitamento


Maxi López não teve pena. Nem de César, do Flamengo, nem dos outros cinco goleiros que ficaram frente a frente com o atacante em cobranças de pênalti. A precisão que o argentino mostra nas batidas serve de contraponto ao momento ruim que atravessa com a camisa do Vasco. Se não fosse por ela, o atacante estaria na marca da cal.

O aproveitamento é de 100% – seis batidas e seis gols. O número é daqueles que inspiram a manjada analogia: quem é de ver o copo meio vazio lembra que Maxi López tem nove desde que chegou ao Vasco e que, se não fossem as cobranças de pênalti, sua efetividade, como centroavante e principal responsável pelos gols, seria de três em 26 jogos.

A forma física a desejar do camisa 11 não é negada pelo técnico Alberto Valentim. Ela não impede o argentino de ter a frieza e a técnica necessária nas cobranças – Maxi varia a direção do chute e costuma deslocar o goleiro, tanto que apenas dois conseguiram pular no canto certo.

Entretanto, o mau momento se reflete nos gols e também nas assistências. Foram seis passes para gol ano passado, na disputa do Brasileirão. Este ano, apenas uma, contra o Juazeirense, pela Copa do Brasil.

– O Maxi está se empenhando mais para entrar em forma, se dedicando mais, e precisamos muito dele. Ele não foi brilhante e nós temos de criar, mas participou bastante do jogo contra o Flamengo. Ele colocou toda sua qualidade na frieza para cobrar o pênalti – afirmou o técnico Alberto Valentim.

Fonte: Extra Online

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