Pai de Marrony acompanha de perto o sucesso do filho e concorda com comparação com Rashford


Marrony ganhou um sobrenome da torcida do Vasco nas redes sociais: Rashford, referência ao atacante do Manchester United e da seleção da Inglaterra. As semelhanças física, de fisionomia, e até de estilo de jogo existem, mas a brincadeira só é possível porque passa pelo crivo da boa fase. Neste sábado, às 16h30, contra o Boavista, será mais uma chance para o atacante mostrar que pode um dia chegar ao nível do astro da Premier League.

Em São Januário e em casa, ele tem sido acompanhado de perto para que possa ganhar massa e preencher melhor seus 1,84m — ele tem apenas um centímetro a menos que o inglês. Wellington Liberato, de 44 anos, é mais do que pai de Marrony. Baiano, como é conhecido, é anjo da guarda do garoto e veio de Volta Redonda para ficar com o filho, o que inclui ficar de olho na alimentação da joia.

– Ele é ruim para comer. Outro dia, fomos ao mercado e ele pegou um bolo de miojo – lembra, aos risos.

Desde que assinou novo contrato com o Vasco e ganhou aumento salarial, Marrony deixou a concentração em São Januário e foi morar com o pai no Recreio. Aos 20 anos, um a menos que o jogador inglês, ele é apegado à família a ponto de Baiano revelar que está nos planos trazer a esposa e os outros quatro filhos para o Rio para que o desempenho dele evolua ainda mais.

– O rendimento vai melhorar, ele sente falta do pessoal. O negócio dele é estar com todo mundo – disse o pai, que além de batizar um filho de Marrony, em homenagem ao cantor sertanejo, é pai também de Priscila, Jonathan, Monalisa (por causa do quadro) e Macaulay, do ator Macaulay Culkin.

Marrony celebrou assinatura de novo contrato com o Vasco ao lado do pai, Wellington Liberato Marrony celebrou assinatura de novo contrato com o Vasco ao lado do pai, Wellington Liberato Foto: Divulgação Vasco

Pai vê semelhança

O garoto é mais um caso de jogador pouco baladado nas divisões de base do Vasco que, ao chegar ao sub-20, consegue furar a fila na hora de se firmar entre os profissionais, seguindo o exemplo do volante Douglas, atualmente no Girona, da Espanha. Baiano lembra que não foi fácil para o garoto conquistar seu espaço em São Januário, onde chegou em 2015 e logo assinou o primeiro contrato profissional, assim que completou 16 anos.

Fã da música do Grupo Sereno, Marrony é pura calmaria na relação com a fama repentina, com os pedidos de fotos e autógrafos cada vez mais comuns nas ruas. Baiano diz que o filho parece ainda não ter noção da transformação em curso na sua vida, mas ao mesmo tempo, demonstra algum desconforto com a exposição que a titularidade do Vasco trouxe.

– Marrony é frio, você não consegue entender o que ele está sentindo, mas já aconteceu de duas vezes estarmos juntos vendo TV, e quando ia começar a passar a reportagem de um jogo em que ele fez gol, ele saiu de perto e não viu. Não sei qual é o motivo, mas parece que ele não quer ver.

O jogador já viu as comparações que a torcida tem feito com Rashford nas redes sociais, mas, segundo Baiano, não faz comentários a respeito. É calado em boa parte do tempo, só repete sempre que está ganhando confiança a cada jogo e que isso tem feito a diferença.

– Fisicamente e na fisionomia, os dois se parecem mesmo – resumiu o pai.

Fonte: Extra Online

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