Ligação, confiança e nenhum jogo: como se desenhou o acordo entre Souza e Vasco


O volante Souza conseguiu liberação do Al-Ahli, da Arábia Saudita, e vai se recuperar no Brasil de uma lesão no púbis. O destino escolhido pelo próprio jogador para fazer o processo foi o Vasco. A torcida, então, ficou com algumas dúvidas. Ele pode jogar? Ele tem contrato? O Cruz-Maltino vai pagar? Como foi a negociação? Vamos respondê-las.

Partiu de Souza a intenção de se recuperar no Vasco. No último sábado, o jogador ligou para Alexandre Faria, diretor executivo do clube, e disse que tinha interesse ficar os próximos meses em São Januário. O dirigente, então, pediu autorização a Alexandre Campello, com quem o volante trabalhou no Cruz-Maltino, e o presidente liberou.

Souza, então, conseguiu uma autorização do Al Ahli para se recuperar da lesão no púbis no Brasil – não necessariamente no Vasco. Ele poderia, por exemplo, tratar em uma academia, em qualquer outro lugar. Mas o volante optou pelo tratamento em São Januário, com o departamento médico do Cruz-Maltino.

Não, ele não pode jogar. Não existe um contrato entre Vasco, Souza e Al Ahli. Há apenas um documento que autoriza o tratamento no Brasil. Logo, o volante não pode atuar por outro clube. Existia a dúvida se havia um contrato de três meses e, com uma recuperação mais rápida, uma possível atuação pelo Cruz-Maltino. Isso não existe.

O Vasco, é claro, não terá custo algum de salário. Gastará apenas “recursos humanos” e material do departamento médico para cuidar da recuperação de Souza.

Ao mesmo tempo, o Cruz-Maltino não fecha as portas para um empréstimo de Souza, mas quer evitar expectativas na torcida, já que vê o negócio como difícil.

 — Foto: Divulgação

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Fonte: GloboEsporte.com

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