Vasco deve contratar 8 jogadores após a disputa da Copa São Paulo

O Vasco tem oito jogadores mapeados e com negociações encaminhadas para chegar a São Januário após a disputa da Copa São Paulo.

São os chamados “atletas de meia confecção”, jovens que se destacaram no torneio por clubes de menor expressão.

E que ganharão a oportunidade de subir um degrau na carreira.

A gente sabe que não é ainda a garantia de sucesso.

Mas o gesto simples mostra que o clube que decide o torneio contra o estruturado São Paulo redescobriu o quão importante é olhar para o “chão da fábrica”.

E o torcedor pode me cobrar: quando o Vasco investe um mínimo de atenção nas suas divisões de base o resultado vem à galope.

E aqui, neste particular, me refiro à revelação de jogadores que trarão retorno financeiro e técnico.

Decupem as formações dos times do Vasco nas conquistas e vocês verão que haverá pelo menos cinco crias da base entre os 15 mais utilizados na campanha.

Mesmo entre 1997 e 2001, quando o clube gastava os dólares do Nations Bank com a contratação de renomados astros.

Se houve avanços no primeiro ano da gestão de Alexandre Campello foi na reestruturação da base.

Apesar da falta de recursos, investiu-se na profissionalização da pasta, na modernização de processos e no capital humano.

Carlos Brazil, o executivo que assumiu o gerenciamento da formação, trouxe para o clube gente com conhecimento acadêmico.

Mais, até: passou a cobrar pela capacitação ciêntifica e deu trasparência à relação com os parceiros que atuam na captação de novos valores.

Ou seja: é claro que o cenário vai melhorar, não tenho dúvidas.

Nos últimos meses, os novos profissionais que cuidam do futuro do clube descobriu jogadores de “meia-confecção” que estavam à disposição do mercado.

O artilheiro Tiago Reis (99), autor de oito gols na Copinha, do Cruzeiro, doi um deles.

Touxeram do São Bernardo o atacante Lucas Imperiano (99), e pinçaram no Grêmio o zagueiro Kainandro (00), que já treina com os profissionais.

Só para citar alguns dos nascidos em 1999 e 2000.

O Vasco hoje tem o ex-técnico Paulo César Gusmão coordenando a transição, voltado exclusivamente para a inserção dos jovens no time principal.

E a dupla Alexandre Faria e Alberto Valentim parece finalmente afinada com a política de preferir os garotos da base a medíocres forasteiros.

Ou seja: independenteme do título que será disputado na tarde desta sexta-feira, no Pacaembu, o Vasco voltou a pensar grande…

Fonte: Blog Futebol, Coisa & Tal – Extra Online

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