Fabuloso diz que se sentiu perseguido em seu julgamento no TJD

‘Me senti perseguido’

Durante o depoimento, Luís Fabiano alegou, entre outras coisas, que se sentiu coagido ao longo da partida pelo árbitro: “Me senti perseguido, porque quando falava com ele, ele falava de forma diferente comigo. Era perseguição. Sem contar a agressividade que falava comigo. Eu, por ser o capitão da minha equipe, podia ter um diálogo que ele não permitia”. Já Índio disse ter se sentido ofendido moralmente pelo atacante e que costuma chamar os jogadores por nome, apelido popularmente conhecido ou pela expressão “meu filho”.

Fonte: UOL

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