Brigões tentam entrar no Maracanã em dia de clássico


Venda e consumo de cerveja na Rua Eurico Rabelo, em frente ao Maracanã Foto: Alexandre Cassiano / Agência O Globo
No dia 8 de dezembro de 2013, facções organizadas de Atlético-PR e Vasco se enfrentaram em Joinville. A barbárie chocou o país. Quase dois meses depois, dos 27 acusados com mandados de prisão, só sete ainda estão presos. Três estão foragidos e 17 tiveram a prisão preventiva revogada. Todos os outros citados no processo deveriam se apresentar em delegacias próximas de suas residências em dias de jogos de seus times, mas não é o que tem acontecido.

Neste domingo, dez torcedores do Vasco, sem camisa ou com blusa de uma organizada, rondavam o Maracanã enquanto o time e Botafogo já estavam em campo há 20 minutos. Ao serem abordados pelo GLOBO, disseram que não entraram para ver a partida pois tinham estado em Joinville e seus nomes constam no processo como identificados por participar da briga. Eles sabem que deveriam ter se apresentado na delegacia.

— Nunca recebi uma intimação (a torcida Força Jovem Vasco recebeu a lista dos membros que deveria comparecer à delegacia), mas sei que tenho que estar lá. Não vamos porque temos medo de sermos presos. Todo mundo aqui já se envolveu em briga de torcida — disse Leonardo, que não quis dar seu sobrenome e estava com uma camisa da torcida.

— Nós não entramos no Maracanã porque estamos com medo de sermos presos. Só a diretoria da Força foi presa, mas a gente estava em Joinville— completou um outro membro do grupo.

Fonte: O Globo

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