Daniel Gonçalves explica como está sendo feita a preparação física do Vasco numa pré-temporada curta


Em todo começo de temporada, os clubes enfrentam dilema entre o início da preparação física e o tempo até a estreia nos campeonatos estaduais, que costuma ser de período curto.O Vasco se reapresentou no último dia 6 e já inicia participação no Campeonato Carioca no próximo sábado, às 19h30, contra o Boavista. Daniel Gonçalves, preparador físico do clube, explica como funciona o início de ano apenas com 5 dias de pré-temporada: 
 
“Estamos cumprindo hoje uma primeira etapa do treinamento, que seria o ganho inicial de condicionamento. Agora, em virtude do jogo de sábado, vamos entrar numa situação específica, e o técnico Adilson já fará trabalhos visando a montagem da equipe. Quanto ao condicionamento, vamos privilegiar situações mais específicas de jogo, colocando treinos de velocidade, para não crrer risco de mais jogadores lesionados.” 
 
Daniel destaca como são os trabalhos com atletas acima dos 30 anos, recém-contratados e os que voltam de lesão, com gráficos semanais e trabalhos complementares: 
 
“Em determinados trabalhos com bola, a gente tem que inserir os atletas nas atividades, mas são monitorados. Mesmo que todos façam juntos os trabalhos com bola, a intensidade e o volume serão diferentes. No trabalho com bola de 45 minutos, em 3 tempos de 15 minutos, se pode ver atleta se deslocando 1 Km a mais que outro, uns com frequência cardíaca mais alta, outros mais baixa. A partir disso a gente faz um gráfico semanal e fazemos treinos específicos não só de acordo com a situação peculiar do atleta, como a idade e período pós-lesão, mas como também por posição. Alguns atletas fazem trabalhos complementares, como na sala de musculação e outros como fisioterapia.” 
 
Antes fisiologista, agora Daniel é preparador físico do Vasco. O profissional destaca a transição da fisiologia para a preparação física no Vasco: 
 
“A fisiologia e a preparação física possuem um trabalho integrado, em muitas das vezes os trabalhos acabam sendo híbridos, com os dois profissionais atuando concomitantemente. Tem que haver controle do treinamento, e isso fica a cargo da fisiologia, mas o planejamento é feito pelo preparador físico. A relação e o contato são diretos, e outras situações ocorrem em período de pós-lesão, o fisiologista atua numa fase anterior e o preparador físico de uma forma mais presente”, disse à Super Rádio Brasil. 
 
Fonte: Supervasco
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