Árbitro de vídeo na Libertadores custa bem mais que o oferecido pela CBF

Na semana passada, os clubes da Série A do Campeonato Brasileiro recusaram um projeto apresentado pela CBF para usar árbitro de vídeo na competição. A justificativa apresentada pela maioria dos cartolas que rejeitaram a ideia foi financeira – o custo de R$ 50 mil por jogo (quase R$ 20 milhões pelo campeonato) deveria ser bancado pelos clubes.

Na Copa Libertadores, o custo é ainda maior. Segundo o GloboEsporte.com apurou com fontes da Conmebol, só os custos de tecnologia chegam a US$ 20 mil por jogo (R$ 66 mil). Com os gastos de logística e operação podem chegar a US$ 35 mil (R$ 115 mil) por partida.

A diferença é que a Conmebol arca com 100% desse custo, não o repassa aos clubes. É só usa a tecnologia em poucas partidas. A Copa Libertadores teve árbitro de vídeo nas semifinais e nas finais do ano passado. A previsão – até pelo alto custo – é que isso se repita em 2018. Quem opera o VAR na Libertadores é a empresa espanhola Mediapro.

Fonte: Bastidores F.C – GE

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