Previsto para terça-feira, julgamento sobre banco de dados do Vasco é adiado

O presidente da 12ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio, Mário Guimarães Neto, optou por adiar o julgamento a respeito do mandado de segurança com o qual o Vasco tenta reaver seu banco de dados, atualmente em posse da Justiça. A decisão tem efeitos diretos na eleição para presidência do clube, atualmente sem resultado justamente por motivos judiciais.

No primeiro julgamento a respeito do caso, os desembargadores decidiram por 2 votos a 1 não conceder o mandado de segurança. Como não houve unanimidade, condição imposta pela lei para ter uma decisão, um novo julgamento ficou acertado que aconteceria no último dia 7, mas um dos desembargadores não compareceram ao tribunal e a sessão teve de ser adiada.

Os representantes da oposição esperavam que o julgamento final fosse realizado na terça-feira, quando seria a nova sessão. Entretanto, o presidente da câmara, por causa da repercussão do caso, decidiu que haverá publicação da pauta do julgamento no Diário Oficial, o que resultou no seu adiamento.

– Não há motivo para que o próximo julgamento demore a acontecer – acredita João Basílio, um dos advogados que entraram com a ação na Justiça pela apreensão do disco rígido.

O banco de dados do Vasco foi apreendido em agosto e ainda não teve suas informações reveladas. Nele constam os movimentos financeiros do clube e com ele a oposição ao presidente Eurico Miranda acredita ser possível provar que os sócios que estão sob suspeita de irregularidade e que votaram na eleição do dia 7 não pagaram suas mensalidades.

A diretoria do clube, por sua vez, tenta reaver HD. Os advogados do departamento jurídico alegam que o banco de dados pode ter sido adulterado pela oposição quando foi apreendido.

Fonte: EXTRA

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