Escritório entra com três recursos contra decisão que obriga Vasco a comprovar sócios da urna 7

A guerra nos tribunais pela presidência do Vasco teve novo capítulo nesta segunda-feira. Três ações judiciais tentam derrubar a decisão da juíza Maria Cecília Pinto Gonçalves, da 52ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do estado do Rio, que obriga o clube da Colina a apresentar até terça-feira os comprovantes de pagamento dos sócios que votaram sob suspeita, na eleição para a presidência do clube, realizada no último dia 7.

Os autores são pessoas físicas representadas pelo mesmo escritório, o que é um indício de um movimento coordenado, é o que garante o advogado João Basílio, autor da ação de Fernando Horta que colocou os sócios da urna 7 sub judice.

– São três tentativas diferentes. Isso é uma ação orquestrada, com o mesmo escritório trabalhando para pessoas diferentes. Devem estar numa estratégia de tentarem o máximo de tiros possíveis. Foi um agravo de instrumento, um pedido de habeas corpus e um pedido de revogação de liminar – explicou.

Por causa da suspeita de irregularidade de 691 sócios votantes, a juíza Maria Cecília Pinto Gonçalves ordenou que os votos desses associados fossem depositados em urna separada no último dia 7. Posteriormente, deu 48h depois de ser notificado para o Vasco apresentar a lista dos sócios sob suspeita que votaram e os respectivos comprovantes de pagamento dos mesmos. O prazo termina na próxima terça-feira. Até agora a Justiça ainda não decidiu a respeito dos recursos desta terça.

Caso fique comprovada a irregularidade desses membros, Julio Brant terá sido o vencedor da eleição para a presidência do Vasco. Se a Justiça entender que os votos foram válidos, Eurico Miranda será reeleito para mais três anos de gestão.

Fonte: EXTRA

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